Manejo Cardiometabólico

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1

Paciente e exames

Sexo biológico
Fuma atualmente
Exames laboratoriais
Onde o paciente cai na classificação renal

A doença renal crônica não é marcada à mão: sai do cruzamento entre TFGe e RAC. TFGe ≥60 sem albuminúria não é doença renal.

A1
RAC <30
A2
30 a 300
A3
>300
G1 · TFGe ≥90
sem DRC
Alto
Muito alto
G2 · 60 a 89
sem DRC
Alto
Muito alto
G3a · 45 a 59
Alto
Alto
Muito alto
G3b · 30 a 44
Alto
Muito alto
Muito alto
G4 e G5 · <30
Muito alto
Muito alto
Muito alto
Na Atenção Primária, peça a RAC em amostra isolada. Não existe código para microalbuminúria; a RAC é o rastreio de nefropatia.
Como cada diretriz lê o mesmo PREVENT

Hipertensão (SBC 2025): abaixo de 5% baixo · 5 a 7,5% limítrofe · 7,5 a 20% intermediário · 20% ou mais alto.

Dislipidemia (SBC 2025): abaixo de 5% baixo · 5 a 20% intermediário · 20% ou mais alto. Agravantes sobem a categoria, e LDL de 160 a 189 sobe de baixo para intermediário. O escore só é válido de 30 a 79 anos.

2

Tratamento atual

Anti-hipertensivos
Estatina
Antidiabéticos e insulina
3

Eventos e fatores de risco

Evento cardiovascular maior já ocorrido
Aterosclerose subclínica
Condições que somam para risco extremo
Agravantes
Agravantes próprios das mulheres
Biomarcadores
Estratificadores do diabetes
Estratificadores do diabetes
Condições da tabela de risco extremo, e critério direto
4

Diabetes tipo 2

Tempo de diagnóstico
Complicações já instaladas
Sintomas clássicos e situações em que a HbA1c engana

Com sintoma clássico presente, um único exame alterado já fecha o diagnóstico. Sem sintoma, são necessários dois.

5

Órgão-alvo e populações especiais