Manejo Cardiometabólico

Hipertensão · SBC 2025 Dislipidemia · SBC 2025 Diabetes tipo 2 · PCDT e SMS Curitiba
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O bloco preenche todos os campos de uma vez e substitui o que já estiver na tela.

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Paciente e exames

alimenta as três

Idade, sexo, pressão e laboratório. Movem o PREVENT, a categoria de risco lipídico e o diagnóstico do diabetes ao mesmo tempo.

Sexo biológico
Só no retorno, com a média dos 5 dias em mãos. De 130/80 para cima fecha o diagnóstico; abaixo, com consultório alto, é avental branco.
Fuma atualmente
Exames laboratoriais
Com triglicerídeos, o LDL é calculado por Friedewald e o campo trava. Sem, digite direto.
Onde o paciente cai na tabela renal (KDIGO)

A doença renal crônica não é marcada à mão: sai do cruzamento entre TFGe e RAC. TFGe ≥60 sem albuminúria não é doença renal.

A1
RAC <30
A2
30 a 300
A3
>300
G1 · TFGe ≥90
sem DRC
Alto
Muito alto
G2 · 60 a 89
sem DRC
Alto
Muito alto
G3a · 45 a 59
Alto
Alto
Muito alto
G3b · 30 a 44
Alto
Muito alto
Muito alto
G4 e G5 · <30
Muito alto
Muito alto
Muito alto
Na Atenção Primária, peça a RAC em amostra isolada. Não existe código para microalbuminúria; a RAC é o rastreio de nefropatia.
Como cada diretriz lê o mesmo PREVENT

Hipertensão (SBC 2025): abaixo de 5% baixo · 5 a 7,5% limítrofe · 7,5 a 20% intermediário · 20% ou mais alto.

Dislipidemia (SBC 2025): abaixo de 5% baixo · 5 a 20% intermediário · 20% ou mais alto. Agravantes sobem a categoria, e LDL de 160 a 189 sobe de baixo para intermediário. O escore só é válido de 30 a 79 anos.

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Tratamento atual

alimenta as três

O que o paciente já toma. Muda o PREVENT, define se a conduta é iniciar ou intensificar, e libera os avisos de interação.

Anti-hipertensivos HAS
Marque o que está em uso e informe o número de comprimidos por dia. A dose em miligramas é derivada da apresentação.
Estatina Dislipidemia
Antidiabéticos e insulina DM2
Orais em comprimidos por dia; insulinas em unidades por dia. Marcar qualquer um destes já classifica o paciente como diabético em tratamento.
3

Eventos e fatores de risco

alimenta as três

Evento e aterosclerose encerram a conversa: o paciente vai direto para alto, muito alto ou extremo, sem passar pelo escore. Agravantes e estratificadores só reclassificam quem ficou no meio da faixa.

Evento cardiovascular maior já ocorrido
Aterosclerose subclínica vai direto para alto
Condições que somam para risco extremo Tabela 4.2

Só contam quando já existe um evento maior marcado acima. Duas delas elevam de muito alto para extremo.

Agravantes Tabela 4.3

Sobem uma categoria quem está em risco baixo ou intermediário pelo escore.

Agravantes próprios das mulheres
Biomarcadores
Estratificadores do diabetes Tabelas 4.6 e 4.8

Três estratificadores de alto risco, ou um só de muito alto, levam o diabético para muito alto risco.

Preenchidos pela própria ferramenta

Deduzidos do que você digitou acima, e por isso travados: corrija o dado de origem. Hipertensão e tabagismo aparecem nas duas listas porque contam nas duas regras.

Estratificadores do diabetes
Condições da tabela de risco extremo, e critério direto
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Diabetes tipo 2

DM2

O diagnóstico sai sozinho da glicemia, da HbA1c ou do tratamento em uso. Aqui fica só o que a ferramenta não tem como adivinhar.

O peso também define a dose inicial de insulina e o teto da conversão para glargina.
Tempo de diagnóstico
Complicações já instaladas definem o CID E11.x
Sintomas clássicos e situações em que a HbA1c engana

Com sintoma clássico presente, um único exame alterado já fecha o diagnóstico. Sem sintoma, são necessários dois.

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Órgão-alvo e populações especiais

HAS

Estes quatro itens não mudam só a categoria de risco: eles trocam o esquema anti-hipertensivo sugerido e a meta pressórica.